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16 de julho de 2011

Fusão era golpe - Pedro Cardoso da Costa


A fusão entre empresas e grupos empresariais ou incorporação de um pelo outro é comum, quase nunca por opção, mas para manter a sobrevivência de ambas ou de uma delas.
A recente tentativa de fusão entre o grupo Pão de Açúcar com o Carrefour seria absolutamente normal não fosse a tentativa de despejar uma montanha de dinheiro púbico para viabilizá-la, próxima de seis bilhões de reais em financiamento, que viria em financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES.
Os contrários ao financiamento argumentavam exatamente que a política desenvolvimentista social, intrínseca ao Banco, não respaldaria um empréstimo dessa magnitude e para empresas do porte das envolvidas. Já pelo lado dos favoráveis, além de defenderem que haveria a criação de novas vagas, garantiria a manutenção dos empregos atuais. Cabe destaque a ênfase com que o senador Lindberg Farias fez numa sessão do Senado para convencer aos contrários do acerto com a justificativa principal de que estaria resguardado o amparo social, sem mencionar a razão por que a fusão geraria os empregos, uma vez que as empresas já são estruturadas e já empregam. Além disso, geralmente o monopólio traz efeito contrário, pois costuma extinguir vagas.
Caso o empréstimo tivesse se concretizado, teriam sido entregues a dois gigantes da iniciativa privada seis bilhões do dinheiro da sociedade brasileira que, como compensação imediata, teria apenas o aumento de preço em consequência da concentração de mercado e por falta de concorrência.

28 de junho de 2011

“Espada Justiceira, dê-me visão além do alcance!”

"Não me venha com churumelas", bordão de um humorista que não gosta muito de papo debochado e que se encaixa bem no nosso dia-a-dia  de povo sofrido, esquecido e trabalhador; que não suporta mais  falcatruas  e balelas de corruptos. Vai plantar batatas você que sempre aparece tentando ser mais estrelar que a constelação de Órion. Nos dias de hoje se vê de tudo, desde Doutores que não são doutores à fantoches que se passam por ventrilocos. Não adianta escrever críticas com ideais hipócritas para turminhas de quinta categoria que só acreditam em tudo que um abastardo econômico possa dizer. Você que é tido como um vislumbrador que futuros incertos, vai se danar! O tempo vai se encarregar de te levar as verdades e você vai se justificar como se fosse um Chaves dizendo  "Ninguém tem paciência comigo”

23 de junho de 2010

O remédio dos Deuses.

Cidade pequena é reduto de tudo o que se pode imaginar. Esses dias visitando um amigo dono de um estabelecimento comercial Carlinhos do Bar aqui em nossa cidade, estava um cidadão caraubense nato e bruto de se tremer de raiva no meio de uma 'pôpa', gente simples. Analfabeto, pois, nunca entrou em uma sala de aula, porém, com uma sabedoria empírica de dar inveja a qualquer um doutor.

O meu agora amigo, pois até então não o conhecia, me relatava que a medicina popular é mil vezes melhor que a dos formados nas grandes universidades. Após sofrer algumas semanas com uma dor tremenda nas costas ele resolve que não irá para hospital nenhum e foi a uma senhora que entende muito de medicina popular, uma 'curandeira' que encontra na natureza a resposta para o sofrimento de muita gente. Ao examinar o paciente ela receita seis gotas de banha de cobra, acreditem se quiser  não importando a espécie da cobra, ele teria que tomar três antes do café da manhã e três antes de dormir. Simples assim... e a dor nas costas passaria. Mas... estamos falando de meu novo amigo, um jeca muito jóia, que não perde tempo em melar a boca com apenas 3 míseras gotículas da melhor banha de cobra da região. No outro dia pela manhã ele coloca UMA COLHER de sopa cheia da banha de cobra toma o santo remédio sem fazer nem careta , o mesmo fez no preríodo da noite, como a sábia senhora havia recomendado. Ao invés de passar sete dias para curar a dor de lascar que ele sentia nas costas, em apenas dois dias isso mesmo  curou-se. O nome dele é Bentinho e ele recomenda: "As vezes temos que botar pra lascar em quem nos lasca".